O que faz uma pessoa deixar um hábito pra trás e adotar outros, no que diz respeito à saúde? A pergunta é um tanto complexa e ainda não existe uma fórmula mágica que seja aplicável a todas as pessoas, mas existem caminhos e ferramentas que se seguidos e adotados podem levar ao estímulo do autocuidado em saúde das pessoas.

1. Conhecer sua carteira de beneficiários é o primeiro passo.

Ao ter em mãos as principais fragilidades dos beneficiários é possível traçar estratégias para promover a saúde dos públicos mais vulneráveis. Exemplos são o lançamento de programas de medicina preventiva ou de gerenciamento dos doentes crônicos e atendimentos domiciliares.

2. Estreitar o vínculo com o paciente.

A adoção de um novo tratamento médico por um paciente passa pela confiança no médico e na corresponsabilidade de cada um, médico e paciente, para que o tratamento tenha sucesso. Para isso, a relação deve ser humanizada e se basear no diálogo. O cuidado em saúde é uma prática social que leva em conta diversos aspectos da vida como família, trabalho, sucesso e frustrações, entre outros. Assim, o médico precisa levar em consideração o indivíduo como um todo ao propor um tratamento ou recomendar para a adoção de hábitos de saúde. É a mudança de um comportamento mais tecnicista para um mais humanista. Com a ampliação do uso da Telemedicina (link para o texto), a proximidade médico-paciente favorece o aumento do vínculo e do monitoramento da saúde.

3. Educação em saúde.

Promover grupos, rodas de conversas e quaisquer outros espaços onde o profissional médico possa pôr em prática o seu papel de educador em saúde. Levar conhecimento e informação de qualidade para as pessoas é essencial para que possam adotar novos hábitos de saúde. Além disso, nos casos dos grupos de pessoas com a mesma patologia, ouvir opiniões e formas de pensar de outras pessoas desperta novos sentidos e significados e, portanto, juntas, as pessoas têm a possibilidade de criar novas formas de se relacionar, ressignificando antigos discursos e criando, inclusive, novos hábitos.

4. Uso da tecnologia como aliada.

Atualmente, existem muitos aplicativos que auxiliam no monitoramento da saúde. O usuário, ao alimentar o app com dados de sono, atividade física, medicamentos que costuma consumir, mudanças de humor e alimentação, fornece dados relevantes para o monitoramento da saúde, sendo um aliado do médico para a compreensão dos hábitos do paciente e dá subsídios para orientações nas mudanças necessárias para uma vida mais saudável.

A ForMedici lançou no último mês o aplicativo AutoCuidado com o objetivo de facilitar a comunicação com o beneficiário de modo a conectar Operadoras de Planos de Saúde, Profissionais de Saúde e Beneficiários. A tecnologia entra como um fator que deve auxiliar no autocuidado ao facilitar o monitoramento da saúde do paciente.

O app permite o recebimento de alertas diários de seus compromissos: medicamentos (avulsos ou por orientação médica) a serem tomados, medições (pressão arterial, glicose, outros), e planejamento de suas atividades físicas. Tem à disposição um canal de notícias, com vídeos ou outros conteúdos educativos para orientação, melhorando a qualidade de vida.

Essas tecnologias permitem um maior conhecimento da saúde por parte de todos os envolvidos. As operadoras, de posse dessas informações, conseguem gerenciar a carteira de forma mais eficiente, permitindo o controle da sinistralidade. Os profissionais de saúde conseguem saber que tipo de informação devem propagar e definir ações de educação em saúde. Os beneficiários cada vez mais tomam conhecimento de sua saúde e dessa forma podem tomar decisões conscientes de como criar hábitos mais saudáveis.

Quer saber mais sobre o app? Fale com a gente: contato@formedici.com.br ou  (14) 3234-3335 / (14) 3226-2404

Por Camila Leal, especial para a ForMedici.

4 fatores para incentivar o autocuidado do paciente

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