Programas de Medicina Preventiva e Promoção de Saúde

Programas de Medicina Preventiva e Promoção de Saúde

Existe sempre uma grande preocupação de como se deve montar um programa de medicina preventiva e promoção da saúde, e que tipo de programa deve ser iniciado. Certamente, cada Operadora tem suas necessidades e preocupações com gastos assistenciais e capacidade de investimento para manter uma estrutura composta de equipe de profissionais, dependências físicas, software de apoio para gerenciamento de todas as rotinas e possivelmente consultorias externas.

Existem como referência alguns programas formatados pela própria ANS (Agência Nacional de Saúde), que exige o preenchimento de diversos requisitos para que o programa seja homologado.

Uma das principais questões iniciais é conceitual. Antes de mais nada, é preciso compreender que uma área específica para o gerenciamento de programas de Medicina Preventiva ou de Atenção à Saúde, tem por objetivo identificar e monitorar pacientes que, em um futuro próximo, poderiam ser geradores de altos cultos em razão de possíveis internações e/ou emergências. Ou seja, trata-se de um investimento importante para colocar prováveis eventos de altíssimo custo sob controle e gestão da Operadora.

Após a estruturação de uma equipe multidisciplinar envolvendo médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, entre outros profissionais de saúde, a primeira etapa é analisar o perfil de pacientes existentes na Operadora, mapeando as faixas etárias e as patologias que geram mais custos. A partir de nossa experiência podemos destacar alguns programas que notoriamente são muito praticados: controle de obesidade, hipertensão, diabetes, cardíacos, stress, vida sedentária, gestantes, muito idosos, entre outros. Mas cada Operadora deve identificar os perfis dentro de sua própria base de beneficiários que possuem maior relevância para sua gestão de custos.

Definidos os programas, é hora de esboçar o seu conteúdo, ou seja, indicar uma frequência mínima de ações que deverão ser praticadas com o paciente dependendo do seu grau de complexidade e o tipo de atenção desejável: somente monitoramento por telefone, presencial ou cuidados 24 horas com a implantação de atendimento domiciliar.

 

Pontos Críticos para a implementação de programas de medicina preventiva e promoção de saúde.

Uma das dificuldades existentes em quase todas as Operadoras é como identificar, mapear e preencher possíveis candidatos para esses programas. Basicamente deve-se buscar em uma base de dados o cruzamento de informações relacionadas com patologias, tipos de internações, varredura de medicamentos utilizados e informações sobre doenças preexistentes, entre outros dados que permitam a formação de um perfil de interesse. Identificando e alocando os pacientes em seus respectivos programas, depois de decorrido o período de atenção, o segundo desafio é conseguir extrair indicadores de saúde e indicadores de desempenho, que possam atestar a eficácia e eficiência dos programas definidos, ou a necessidade da sua reformulação.

Sabemos a complexidade que isso envolve, mas tudo fica mais fácil e simples quando se tem disponível um software adequado para gerir toda a rotina operacional, ferramentas para estruturar programas de medicina preventiva e promoção da saúde, e possibilitar o mapeamento da carteira de beneficiários, alocando-os corretamente aos programas oferecidos pela Operadora.

Nesse sentido, o software Loggi é completo e, além de oferecer soluções adequadas para a estruturação e gestão dos programas, permite ainda a extração de indicadores de saúde e de desempenho, bem como o resultado do ROI (Return on Investment) realizado pela Operadora.


Ricardo Ferrer, diretor de operações da ForMedici Tecnologia em Saúde.
Programas de Medicina Preventiva e Promoção de Saúde – Pontos críticos de sucesso no planejamento e implementação

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