Para comentar sobre as tendências do Brasil em Atenção Primária a Saúde – APS é preciso rememorar a sua função e ideia. Ela é tida como uma estratégia de organização de saúde que age de forma regionalizada, contínua e sistematizada. Assim, é voltada para mitigar as necessidades da população ao integrar medidas preventivas e curativas, seja para o indivíduo ou comunidade.

Em linhas gerais, o que acontece no Brasil é a reunião das ideias de Reforma Sanitária. Então, dentro do âmbito público, o Sistema Único de Saúde – SUS – usa uma nova designação e modelo assistencial para o atendimento da população, a Atenção Básica à Saúde – ABS. Ela surge como um grande sistema global e integrado que atende as mais imediatas e elementares necessidades em saúde das pessoas. Contudo, ela não está somente ligada a políticas públicas, mas pode se desenvolver em ambientes privados.

 

Um entendimento sobre as políticas brasileiras e a participação do setor privado.

O interessante é observar que, em todo momento, a APS permanece como prioridade. Ela funciona como uma coordenadora da rede, uma ordenadora do cuidado da saúde – o que é necessário, uma vez que o conjunto de ações de saúde é bastante abrangente, pois são desenvolvidas de maneira democrática e participativa. Ela envolve a promoção e a proteção da saúde, prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde.

Entretanto, para que ela seja eficiente, é preciso contar com a formação de redes que aproximem e reúnam esta oferta de saúde que hoje é tão fragmentada. Por isso, a importância da participação do setor privado, uma vez que ele disponibiliza serviços especializados e altamente qualificados, atuando no atendimento de grande parcela da população.

Gestão e padronização de atendimento

Por ser coordenadora desta integração da rede de atenção, a APS funciona como o contato entre os demais níveis do SUS, em sua atenção secundária e terciária. O Sistema Único de Saúde tem um sistema próprio de regulação, o Sistema Nacional de Regulação – SISREG. Contudo, seguidamente, ele apresenta problemas no funcionamento, como o não respeito a fila e a organização. Acontece que ele não está implantado em todos os municípios do país, sendo necessário aos municípios buscar outros tipos de softwares para a padronização e gestão do sistema de saúde.

O setor privado tem o seu próprio sistema de regulação e gerência sobre as suas ações, atendimentos e serviços. Portanto, no que diz respeito às tendências da Atenção Primária a Saúde, ainda há desafios a serem enfrentados para o seu pleno e eficaz funcionamento, de modo que é necessário contar com a parceria do setor privado, principalmente através da oferta de serviços altamente diversificados e especializados. Mesmo com seu funcionamento independente da administração pública, ele é parceiro no oferecimento de atendimento para consultas, exames e cirurgias. Ele atua com autonomia de gestão e práticas, mas também pode complementar o serviço prestado em âmbito público.

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Tendências em Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil

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